O erro de Psiquê!

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Ser curioso pode nos ajudar crescer, mas também pode às vezes causar problemas.
De acordo com a mitologia grega, Psiquê estava prestes a ser sacrificada a um monstro quando Eros a salvou. Ele a transportou para o seu palácio e a possuiu todas as noites, sempre na escuridão total para que Psisquê não pudesse ver nem seu rosto nem seu corpo porque ela estava proibida de contemplá-la.
Mas, a curiosidade de Psiquê veio à tona e ela perguntou:
- Quem é essa criatura que salvou minha vida e agora me ama com tanta paixão?
Numa noite, enquanto Eros dormia, Psiquê se esgueirou da cama, pegou uma lamparina, acendeu a aproximou-se da cama para ver o rosto dele. Com a mão trêmula viu que ele era mais bonito e perfeito do que jamais poderia ter imaginado.
Enquanto Psiquê segurava a lamparina, derramou uma gota de óleo, que caiu na face dele e o acordou. Ao ver Psiquê de pé ao seu lado na claridade e percebendo que sua identidade não era mais segredo para ela, Eros se levantou e desapareceu na noite, deixando-a sozinha e chorosa. Em grego Psiquê significa “alma”, e na história o amante dela se chama Eros, ou “paixão”. Esse é um mito que trata da procura da alma pela paixão, pelo amor.
Eros foge de Psiquê quando a alma exige demais: ver seu rosto às claras, saber seu nome, capturar sua essência invisível nos limites da definição. O objeto de nosso amor pode ser experimentado, mas nunca possuído. Se tentarmos possuí-lo, ele vai desaparecer instantaneamente de nossa vida.
Pense Nisso!

1 comentários:

Débora Freitas disse...

"O objeto de nosso amor pode ser experimentado, mas nunca possuído. Se tentarmos possuí-lo, ele vai desaparecer instantaneamente de nossa vida." Sábias palavras, caro jamisson, porém crueis para ultra românticos que agonizam pelo ser amado, que morrem só de pensar em perdê-lo.

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